Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 20/08/2024

No período histórico do Neocolonialismo na África com a dominação do continente africano pela Europa, verificou-se uma acentuação em massa de conflitos bélicos e crises humanitárias já existentes. Em relação ao contexto hodierno, houve-se uma redução considerável dessas disputas geopolíticas devido a acordos mundiais. Entretanto, em certas partes do globo ainda é possível encontrar esses enfrentamentos hostis. Diante disso, é necessário que haja uma discussão em relação à onda crescente dessas disputas armadas territoriais e à falta de preparo e investimento dos países para receber esses grupos.

Desse modo, sob a óptica bélica, a guerra se torna um “mal necessário” ao visar as conquistas, sacrificando tudo o que está em seu alcance para alavancar seus objetivos, incluindo os próprios civis. Por isso, a população configura-se como a maior desafortunada nesses momentos de crise, pois, até os direitos humanos mais básicos são negligenciados. Sob esse viés, cabe citar o documentário “Zaatari: Memórios de um labiritinto”, o qual mostra a vida de emigrantes em um dos maiores centros de refugiados do mundo, que tentam reconstruir suas vidas a todo custo, mesmo com as marcas deixadas pela guerra. Percebe-se assim, a onda catastrófica recheada de destruição advinda desses conflitos, que ocasiona em um contigente cada vez maior de exilados.

Outrossim, é válido ressaltar que tal pauta gera um percausso muito grande que é a falta de preparo dos países para abrigar esses coletivos. Sob esse prisma, vale citar a série da Netflix “House of Cards”, cujo enredo baseia-se no jogo do poder político na Casa Branca nos Estados Unidos e sobre como a decisão tomada neste local reverberam em todo o mundo, inclusive nas guerras. Conforme o que foi visto, mostra-se a necessidade de se ofertar um olhar de mais atenção a causa.

Em síntese, torna-se evidente a importância da garantia dos direitos fundamentais do homem perante esses crimes contra humanidade. Por conta disso, cabe a ONU, como agente conciliadora mundial, aliada aos países que recebem exilados, intensificar os corredores humanitários e as chances de evacuação, por meio do aumento dos períodos de cessar fogo nessas regiões conflituosas, para que haja a obtenção de uma vida digna aos mais vulneráveis.