Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 29/05/2025

Em concordância com o filósofo Pierre Bourdieu, a violência simbólica correspon-de aquela agressão, não necessariamente física, que, firmada em discursos domi-nantes, é capaz de causar lesões morais e/ou psicológicas em um indivíduo. De modo anacrônico, observam-se aspectos semelhantes no cenário mundial atual, especialmente no que tange a questão da ameaças de guerra entre nações e impactos da nova crise de refugiados. Com isso, observa-se a concretização de um cenário desafiador em virtude da falta de debates e da inoperância estatal.

A princípio, é fulcral atentar para a insuficiência de discussões sobre as ameaças de guerras entre nações. Nessa perspectiva, A Organização Mundial das Nações Unidas representa o desejo de promover melhores condições de vida para a huma-nidade. Porém, esse anseio ainda não se concretizou na guerra entre Ucrânia e Rússia, a qual provoca insegurança aos cidadãos e provoca desabrigo de diversos deles. Logo, evidencia-se o silenciamento como um desafio que deve ser resolvido para enfrentar as consequências de resistência dos ucranianos.

Ademais, vale destacar a negligência governamental como um dos desafios no enfrentamento do imbróglio. Sob essa óptica, o filósofo contratualista Thomas Hobbes afirmava que é dever do Estado garantir o bem-estar da nação, isto é, cabe ao poder público solucionar questões latentes no país, como a segurança e quali-dade de vida de seus refugiados. Nesse sentido, nota-se que o governo assume uma postura omissa, posto que diversos países negligenciam a segurança de refu-giados de guerras, sendo assim, não garantindo seus direitos humanos. Desse modo, é necessária a atuação estatal de modo eficaz para atenuar a problemática.

Portanto, urge que medidas estratégicas sejam tomadas para reverter esse cenário. Como solução, a Organização das Nações Unidas, órgão responsável por demandas sociais, em parceria de seus países membros, deve promover negociações que implementem a manutenção da paz entre países em guerra. Além disso, deve promover campanhas veiculadas por meio de publicações nas redes sociais da ONU e de anúncios em grandes veículos midiáticos, a segurança e garantia de melhores condições de vida a refugiados. Desse modo, atenuar-se-á a problemática e a nação caminhará para um futuro mais justo.