Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 30/09/2019

Para a segurança pública a busca a desaparecidos não esta tão somente no registro do boletim de ocorrência. É indispensável o envolvimento da família, com isso, é importante que dificuldades sejam superadas, o que se deve a fatores como a depressão e os problemas financeiros pontos que necessitam ser trabalhados por politicas de inclusão.

Em primeiro lugar, reconhecida pela medicina como a doença do século XXI depois do câncer, a depressão tem sido motivo de registros de desaparecimentos, no que se refere a homens adultos com idade entre 18 e 60 anos principal alvo identificado nas pesquisa oficiais. Pode-se afirmar que portadores desta doença encontram-se no grupo de risco como potenciais suicidas, tendo como modo operante afastar-se do núcleo familiar para atentar contra a própria vida. Nesse cenário, cresce os casos de moradores de rua, dependentes químicos e registros de corpos encontrados sem identificação com ou sem sinais de violência.

Destarte, também faz parte da dinâmica dos desaparecidos os problemas financeiros. É comum que as pressões da sociedade em um universo consumista afetem o seu comportamento e que a falta de sucesso seja motivo de extrema vergonha e desconforto social. Por consequência as dependências de álcool, drogas e jogos de azar se tornam o refúgio neste novo cenário doente. De certo, a família recebe a maior carga de toda a problemática e é o elo entre o desaparecido e os Órgãos de Segurança Pública.

Diante dos fatos, medidas devem ser tomadas na busca de auxiliar as partes envolvidas. Para isso, centros de acolhimentos devem investir em palestras de educação financeira e psicólogos, por meio de debates abertos a comunidade disponibilizar cura e reeducação na busca de inclusão social. Além disso, fazendo uso de espaços públicos, Ongs cadastradas devem servir de ponto de apoio ao Estado pela internet no auxílio e identificação de pessoas em situação de vulnerabilidade social.