Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 24/09/2019

Funcionando conforme a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer no seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando-o de percuso, o desaparecimento no Brasil é um problema que persiste na sociedade brasileira há algum tempo, com isso ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso desse problema, da persistência para a extinção, a combinação de fatores familiares, escolares e governamentais acaba por contribuir com a situação atual.                                                                                    Em primeiro plano, a escola não pode negligenciar a informação de que as ruas são perigosas e violentas. Hodiernamente, ocupando a nona economia mundial, seria racional dizer que o Brasil possuí um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o reflexo vemos no alto índice de pessoas desaparecidas. Segundo o fórum de segurança pública, anualmente são registrados 2 mil novos casos de desaparecimento, totalizando desde 2015, 10168 de pessoas, com um percentual maior entre pessoas de 18 a 60 anos, totalizando 45% de todos os casos, diante do exposto, a sociedade não pode aceitar que mais pessoas desapareçam, medidas tem que ser tomadas.                                            Em segundo plano, a família por não abrir espaço para um diálogo com possíveis dicas de segurança pessoal acaba que por ser vítima também, um filho desaparecido, um pai, um parente, o desaparecimento é real e infelizmente o índice só tende a crescer. Dessa forma, torna-se inevitável a mudança de percuso do desaparecimento da persistência para a extinção      Portanto, fica evidente a necessidade de uma tomada de medidas para mudar esse percurso. O governo junto com o fórum de segurança pública, com apoio da mídia, deveria providenciar a colocação de câmeras em no mínimo 80 da cidade, um investimento caro, porém necessário, a mídia com propagandas de informações para segurança pessoal ou prevenção a uma possível depressão, possível impulsionador do problema, assim, as taxas diminuiram drasticamente.