Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 01/10/2019

Com o advento da globalização, onde todos parecem estar ligados a todo momento, se torna difícil pensar na existência de pessoas que desapareceram, sem deixar vestígios. No Brasil, por volta de 82 mil pessoas são registradas como desaparecida ao ano, nos casos que lideram a lista, estão os adolescentes. Alguns fatores que acompanham esses dados alarmantes, é a fuga da sua própria casa, a ineficiência do poderio público para o achamento dos desaparecidos e o acompanhamento com os familiares.

Durante a adolescência, o sujeito passa por diversas mudanças internas, uma delas é a escolha da sua opção sexual, que em alguns casos não são aceitas pela sua família. Com isso, acabam sendo “encurralados” e reprimidos, uma grande parcela das vezes acham a sua única solução de paz, fugindo da sua própria casa.

Em segundo, há, uma ineficiência do poder público nas suas investigações para achar essas pessoas, por estar em uma situação precária, essas pericias se tornam cada vez mais longas e “fracas”. Com isso, é causada também uma falta de acompanhamento junto aos familiares, que se vêem em um “escuro”, sem expectativas de uma solução. Como também o sujeito poderá voltar e o caso permanecerá aberto, pois a policia não saberá.

Por todos os aspectos, se faz necessário o investimento do Estado para a reeducação dos padrões familiares em escolas e divulgando em todas as mídias, criando assim uma campanha progressista, para que a população veja com normalidade as diferenças. Também é dever do Estado Investir na segurança pública, para que possam investigar esses casos o mais rápido possível, criando assim uma secretaria para casos de desaparecimentos de acordo com toda essa demanda, para que haja um acompanhamento para as famílias, tendo uma solução imediata e uma assistência especializada.