Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 01/10/2019
Na série ‘’Greys Anatomy’’, uma paciente relata que consegue fugir do sequestrador após 8 anos em cativeiro, e quando acionada a polícia, verifica-se que o desaparecimento da menina já tinha sido arquivado. Analogamente a isso, na realidade observa-se casos frequentes de desaparecidos no Brasil, isso pode ser atribuído tanto ao tráfico de drogas, como também a ocorrências de enterros de pessoas sem identificação. Nesse viés, torna-se necessária a interferência do Governo afim de propor soluções para tal mazela.
Em primeira análise, nota-se que muitas pessoas quando se envolvem com drogas saem de casa, isso porque esses indivíduos quando não possuem condições para bancar o vício, acaba vendendo todos os bens, com o intuito de suprir as dívidas conquistadas perante à compulsão. De acordo com o site ‘’G1’’ grande parcela da população que se envolve com dependência química, acabam largando suas residencias. Por conseguinte, nota-se que esses povos ao saírem de suas residências, não carecem de outra moradia, recorrendo as ruas, o que promove o desaparecimento desses ao passar dos anos.
Além disso, observa-se que frequentemente em casos de acidentes as pessoas não possuem objetos de identificação, isso porque é comum da sociedade brasileira o costume de não prevenir de possíveis acontecimentos, o que infelizmente em casos de óbitos quando não é possível informar a família, são enterrados como indigente. Em contraste com o proverbio popular ‘’ a grama do vizinho é sempre mais verde’’, é coletivo o sentimento na qual é improvável o acontecimentos de tragédia, consequente a isso, esses indivíduos enterrados sem identificação, são dados como desaparecidos pela família, deixando-as sem informação do real paradeiro.
Portanto, após os argumentos supracitados é indubitável que casos similares ao da série não ocorra. Nesse interim, é imprescindível que o Ministério da saúde faça parcerias com ONG’S, com o fito de realizar campanhas solidarias nas ruas, afim de disponibilizar lugares para moradia se aceitarem o tratamento para o vício, afim de viabilizar a reabilitação das pessoas e remove-las das ruas. Outrossim, é indubitável que o Ministério da saúde, crie campanhas no meio cibernético, detalhando o risco em andar sem identificação, com a finalidade de induzir as pessoas a andarem com identidades.