Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 04/10/2019

Com o advento da globalização, todos parecem estar conectados a todo momento, é difícil pensar na existência de pessoas que somem sem deixar vestígios. Nos casos que lideram a lista estão os adolescentes, com a falta de aceitação familiar pela sua opção sexual e maus tratos, acabam fugindo da sua própria casa. Há, também a ineficácia do poderio público nas suas investigações e acompanhamento aos familiares.

A adolescência é uma fase de descobertas, sendo uma delas a escolha da sua opção sexual, entre as meninas a rejeição da sua sexualidade é a principal causa de fuga de casa. Os indivíduos são reprimidos e muitas vezes maltratados pela sua própria família, usando a fuga de casa como uma forma de alivio.

Em segundo, há, uma ineficiência do poder público nas suas investigações para achar essas pessoas, por estar em uma situação precária, essas pericias tornam-se cada vez mais longas e “fracas”. Com isso é causada também uma falta de acompanhamento junto aos familiares que se vêem em um “escuro”, sem expectativas de uma solução. No Brasil, por volta de 82 mil pessoas desaparecem ao ano, número que poderia ser amenizado, porém as famílias são isoladas do caso, e não informam as autoridades quando acham a pessoa.

Por todos os aspectos, se faz necessário que o Estado invista em uma reeducação dos padrões familiares em escolas e nos instrumentos de mídias, criando assim uma campanha progressista, para que a população veja com normalidade as diferenças e respeito. Também é dever do Estado investir na segurança pública, a reestruturando, para que assim possam investigar esses casos o mais rápido possível e com excelência, criando assim uma secretaria para casos desaparecimentos de acordo com toda a demanda, trabalhando junto com a população, em parceria e expandindo suas investigações.