Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 06/10/2019

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a alta taxa de pessoas desaparecidas no Brasil, hodiernamente, verefica-se que esse ideal só é constato na teoria e não na prática, como é desejado. Nesse sentido, cabe avaliar as práticas que favorecem tal postura negligente para a sociedade.

Em primeira análise, vale ressaltar que os aspectos governamentais estejam entre as principais causas do crescente número de casos de pessoas desaparecidas no Brasil. Segundo a comunidade de aprendizagem Cidade Livre, desde 2015 cerca de 10768 pessoas estão desaparecidas, dentre estas, 45% estão relacionados entre adolescentes de 18 anos e idosos de 60 anos. Por conseguinte, essa alta taxa de casos é reflexo da falta de investimento em políticas públicas, estando diretamnete relacionado a má gestão governamental, em consequência, a resolução dos casos muitas vezes é comprometida, deixando de ser solucionados e com o passar dos anos esquecidos.

Outrossim, segundo o filósofo Francis Bacon, a força unida é mais forte. Dessa maneira, nesse quadro de desaparecimento de pessoas, a divulgação, tanto por rede social, quanto em jornais ou revistas, é essencial para alcançar o máximo de pessoas possíveis, para que assim haja uma mobilização. Há várias causas para esses desaparecimentos, variando de acordo com a idade e situação de cada pessoa. Os motivos podem ser por ação violenta ou vontade própria. Independente da etiologia, é necessário a devida atenção policial a cada um dos casos, não os deixando virar estatísticas, que só aumentam cada vez mais.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para superar o problema. É necessário que o Governo, por meio do Ministério da Justiça, amplie os recursos para que assim haja uma maior contratação de pessoas especializas na resolução desses acontecimentos, podendo ser feito de forma mais eficiente e menos burocrática. Ainda cabe a mídia o papel de promover campanhas e divulgação dos desaparecidos em horário nobre, para que mais pessoas tomem conhecimento da situação atual. Dessa forma espera-se diminuir a incidência de casos como estes.