Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 29/10/2019

A cada ano, 250 mil pessoas desaparecem. Destas, o Ministério da Justiça estima que 40 mil sejam menores de idade. Entretanto, a vulnerabilidade infanto-juvenil e a falta de manutenção nos programas de segurança, facilitam o sequestro desses indivíduos.

Primeiramente, o ECA(Estatuto da Criança e do Adolescente), define as crianças e os adolescentes como sendo vulneráveis. Por essa condição, eles são mais facilmente raptados para fins como o tráfico de órgãos e prostituição, por exemplo. Embora a constituição reconheça a fragilidade do público infanto-juvenil, não possuí um programa de segurança para esse grupo.

Além disso, apesar da importância do cadastro nacional de crianças e adolescentes desaparecidos, apresentam falhas, como desatualização caso a pessoa seja encontrada, e isso atrapalha o trabalho de investigação da polícia. Ademais, de acordo com a Rede Globo, somente no Estado do Paraná existe uma delegacia especializada nesses casos, o SIDRIDE( Secretaria de Investigação de Crianças Desaparecidas).

Desse modo, é necessário que o Estado potencialize as investigações nos desaparecimentos de menores, por meio da criação de delegacias especializadas nesses acontecimentos, como o SIDRIDE, em todo território brasileiro. Ainda mais, a mídia, como os jornais, deve alertar a população para que se conscientizem e informem as delegacias caso a pessoa desaparecida seja encontrada, para que haja eficiência nas buscas de crianças e adolescentes no Brasil.