Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 27/10/2019

Na época da Ditadura Militar no Brasil, houve um aumento exponencial de pessoas que sumiram. Hoje, após décadas ainda não há políticas públicas eficientes na busca de pessoas desaparecidas. Desse modo, a problemática de desaparecidos é concordante com rejeição da família pela opção sexual e pela falta de incentivo público pela procura.

Em primeiro plano, adolescentes fogem de casa, pois, a família não aceita a homossexualidade. De acordo com a Delegacia de Descobertas de Paradeiros, meninas entre 12 e 17 anos desaparecem de casa pois os pais não aceitam que elas sejam lésbicas ou bissexuais. Por conseguinte, elas vão ser moradoras de rua e correr o risco de abuso sexual, contrair doenças, uso de drogas ilícitas e também serem assassinadas.

Ademais, é visto a escassez de incetivo governamental na busca por desaparecidos. Assim, quando uma pessoa desaparece a polícia só pode começar pela busca com 48 horas de desaparecimento. Nesse sentindo, a demora torna os cidadão vulneráveis, dificultando o rastreio dos indivíduos, e posteriormente os casos serão arquivados e esquecidos pelos órgãos públicos.

Portanto, para resolver esse impasse o Ministério Público deveria promover a propagação dos desaparecidos através dos meios de comunicação, que será divulgado nas redes sociais e jornais televisivos, assim, o raio de procura será em todo o território brasileiro. Logo, a rapidez para achar as pessoas é maior e reduzirá o número de desaparecidos.