Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 28/10/2019
No primeiro semestre de 2019, foi aprovada e divulgada a “Política Nacional de Desaparecidos”, que consiste na série de medidas governamentais que auxiliariam na busca por pessoas perdidas. Todavia, o presidente da república Jair Bolsonaro vetou a proposta, dificultando sua prática. Desse modo, a busca por pessoas sumidas continua sendo um desafio no Brasil, o qual ocorre devido à falta de monitoramento estatal, ocasionando ineficácia na procura dos desaparecidos.
Antes de tudo, a negligência estatal é a principal causa da problemática dos desaparecidos no Brasil. Dessa forma, isso torna-se evidente na pesquisa divulgada pelo Destak Brasil, a qual afirma que o país não monitora 1% dos desaparecimentos. É notório que, tal dado irrisório ocorre devido a falta de políticas públicas no que tange a busca de pessoas, afinal, hodiernamente não há nenhum banco de dados atualizado, com informações de pessoas desaparecidas. Faz-se imprescindível, portanto, a distinção dessa conjuntura vigente.
Ademais, toda essa estrutura provoca uma ineficácia na busca dos sumidos. A partir disso, cabe-se analisar uma pesquisa divulgada pelo G1, a qual demonstra que há 8 desaparecimentos por hora, no Brasil. Dado o exposto, infere-se que toda essa ineficácia torna essa problemática extremamente acumulativa, causando um cenário distópico na sociedade. Nesse contexto, é de suma importância a modificação dessa realidade.
Diante disso, é necessário obter subterfúgios a fim de solucionar essa inercial conjuntura. O governo federal, em parceria com técnicos de T.I, deve ampliar a fiscalização, monitoramento e a procura de pessoas desaparecidas, por meio da criação de sites atualizados, com a informação de pessoas sumidas e seus dados. Tal medida tem a finalidade de divulgar o desaparecimento para toda a população brasileira, para que todos ajudem na busca. Dessa maneira, com isso aplicado, os dados divulgados pelo Destak não serão tão alarmantes como os hodiernos.