Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 28/10/2019
Investimento estatais básicos permitem promover a dignidade do cidadão diante da sociedade. Hoje, com o avanço tecnológico, a busca de desaparecidos é auxiliado com diversas ferramentas, como câmeras nas ruas, redes sociais e uma rede policial investigativa, porém, nota-se à existência além da esfera governamental. Nessa perspectiva, é necessário entender a falta de dialogo com as autoridades e o drama familiar.
Em primeira análise, percebe-se que há um problema de comunicação entre os pais e policiais. De fato, diversos canais de buscas são acessíveis para a população, entretanto, muitas vezes os familiares informam o sumiço do seu filho para a delegacia mas não atualizam que o mesmo foi encontrado, causando assim a continuação do registro de desaparecidos no sistema de investigações, tornando o número de mais de 80 mil não ser reflexo da realidade.
Outro aspecto a ser discutido é o preconceito dentro da família. Sem dúvidas, na mídia, é cada vez mais evidente a presença de homossexuais, como no mundo musical e em novelas. Todavia, a hostilidade que muitos pais acabam fazendo nos seus filhos por conta da orientação sexual, acaba sendo motivo para o mesmo fugir de casa, em busca de um ambiente mais acolhedor.
Logo, fica evidente que enquanto existir problemas na comunicação e na esfera familiar, haverá problemas na busca por pessoas desaparecidas. Para reverter essa situação, o Governo municipal deve esclarecer que a cooperação entre pais e autoridades é de suma importância, um investimento de uma ala dentro dos departamentos de polícia, promovendo uma atualização diária com o auxílio de redes sociais, é necessário ainda que emissoras façam novelas com a existência de uma família passando gradativamente da negação da orientação sexual do filho para sua aceitação, com o mesmo fugindo de casa, assim mostrando que esse caminho apenas fere a relação entre eles.