Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 29/10/2019

De acordo com o filósofo Friederich Hegel, o Estado deve proteger seus filhos, ou seja, os cidadãos. Entretanto, no Brasil, o governo apresenta certo descaso com pessoas desaparecidas, visto que não há medidas que evitem e que ajudem a resolver a problemática. Por isso, certamente, a falha na segurança pública e a falta de políticas para investigar são fatores que compensam analisar a fim de combater essas práticas que prejudicam a nação.

Em primeiro lugar, a salvaguarda governamental não é eficiente em manter a sociedade segura. Em um censo fornecido pelo Ministério da Justiça, é comprovado que a cada hora, 22 indivíduos desaparecem no país. Desse modo, a falha no policiamento corrobora com a situação, pois sem a atuação de agentes como policiais e militares, não há o controle de traficantes, sequestradores e abusadores, aumentando o número de raptos.

Ademais, medidas que atuem diretamente para encontrar pessoas perdidas, por muito tempo, foram quase inexistentes. Nesse contexto, dados encontrados na plataforma digital da Câmara informam que apenas esse ano foi criado um cadastro um cadastro que auxilia no encontro de indivíduos que sumiram. Com esse atraso na criação de projetos, diversas famílias sofreram com a perda de seus entes queridos para tráficos de órgãos e drogas ou até a morte, porque não haviam ações que auxiliassem na investigação.

Portanto, levando em consideração os fatos mencionados, é imprescindível a ação de autoridades para amenizar o quadro atual. Para reduzir o índice de pessoas desaparecidas, é preciso que o Ministério da Justiça, por meio de verbas governamentais, invista em projetos específicos para encontrar ausentes. O projeto priorizará a apuração com agentes especiais e que sirvam amparo a parentes próximos da vítima, evitando sofrimentos. Além disso, é preciso, também, financiar profissionais eficientes que ajam contra criminosos com unidades de delegacia especializadas, tornando o ambiente mais seguro. Com isso, o Estado estará protegendo seus filhos, como propôs Hegel.