Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 30/10/2019

Indubitavelmente, sabe-se que o número de pessoas desaparecidas vem crescendo cada vez mais no Brasil, trazendo preocupações ao governo e aos familiares. Esse assunto, pode ser analisado por meio das palavras do filósofo Heráclito de Eféso, que afirma, ``Nada é permanente, salvo a mudança´´.

Diante dessa conjuntura, entende-se que o índice de desaparecidos no Brasil teve um grande aumento, como mostra o site de notícia Radio EBC, no qual, diz que cerca de 82 mil pessoas somem todo ano no país, sendo um número bastante alarmante. Grande parte destes, têm a idade entre 18 e 60 anos, somando um total de 45% destes, postado também site Radio EBC. Ademas, o Ministério da Justiça, sancionou uma lei em prol disso, no qual a busca de desaparecidos só pode ser encerrada depois do fechamento do caso, o que contribui para dar esperança as famílias.

Além disso, sabe-se que grande parte das pessoas desaparecidas, é por conta própria, pois, são influenciados por outros indivíduos ou pela intuição de si mesmo. Isso ocorre por vezes, por brigas familiares, uso de álcool e drogas e também pela não aceitação da opção sexual deste. A consoante palavra de Heféso, diz muito sobre esse assunto, pois, se estas pessoas que fazem isso por opção própria passarem a entender sobre o assunto, estas mesmas podem ajudar os que realmente precisam, para que assim as autoridades possam ir em busca dos que necessitam.

Portanto, faz-se necessário medidas exigíveis para amenizar estes problemas. É preciso que o Ministério da Justiça, por meio das mídias televisivas e redes sociais, sendo estas os meios de comunicação mais utilizado, promova campanhas sobre o assunto, mostrando dados e colocar em destaque a central do Disque e Denúncia, para que a população por meio desse, possa conceder informações válidas a polícia e ajudem no encontro dos desaparecidos.