Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 01/11/2019

Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Anualmente o DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção a Pessoa), registra 250 mil pessoas que desapareceram sem deixar rastros. Com esse número aumentando a cada ano, há articulação da sociedade para se mobilizar em prol da resolução desse problema e diminuição das estatísticas. Em conferencia do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) ressaltou-se a importância da integração família e órgãos governamentais, e também a organização e implementação de um sistema de registro de identificação.

Como citado acima, cerca de 250 mil pessoas somem anualmente no Brasil, dessas 40 mil têm menos de 18 anos. Nesse sentido a ONG Mães em Luta, juntamente com o Poupa Tempo criaram a campanha " Tirar o RG infantil é um ato de amor", pois a identificação facilita a localização partir de dados armazenados no sistema da Secretaria de Segurança Publica.

Outro ponto enfatizado, seria a implementação de um banco de dados nacional, no entanto esta ação, somente seria socialmente viável a longo prazo, pois atualmente no brasil não há órgão governamental que cuide do registro e identificação de restos mortais e ossadas, banco de dados biométricos e nem sequer um dialogo para acolhimento das famílias. Segundo CICV, a sociedade esta fazendo a sua parte, mas ainda falta muita iniciativa governamental.

Sendo assim, procurando melhorar a situação de pessoas desaparecidas no Brasil, o governo juntamente com a população deveria criar órgãos governamentais capazes de lidar com esses casos de maneira mais responsável, com disponibilidade de arquivos para que possam utilizar nas buscas.