Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 01/11/2019

Promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas), os Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, a falta de políticas públicas e investimentos na segurança impossibilitam que pessoas desaparecidas sejam encontradas no menor tempo possível. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para alcançar uma sociedade integrada.

Em uma primeira análise, é possível destacar a educação como o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a sétima posição na economia mundial, segundo a ONU, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de segurança eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto, e o resultado desse contraste é claramente refletido no alto número pessoas desaparecidas e dos diversos casos sem solução. Desse modo, a vulnerabilidade do poder legislativo, como as poucas leis, contribuem para o aumento de pessoas perdidas.

Faz-se mister, ainda, salientar os poucos investimentos no sistema de segurança público como impulsionador do problema vigente. De acordo com Rousseau, em seu contrato social, ele afirma que o Estado é responsável pela segurança do cidadão. Diante de tal contexto, é possível perceber que a máxima do filósofo não é aplicada com êxito atualmente, visto que 22 pessoas desaparecem por hora, segundo o Ministério da Justiça, ocasionadas pelas falhas no poderes governamentais.

Infere-se portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas públicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que órgãos estaduais e federais investem em sistemas de segurança através da disponibilização de verbas do governo federal para o melhor rastreamento de pessoas desaparecidas. Ademais, é necessário ainda a criação de delegacias especializadas no desaparecimento de pessoas para a rápida recuperação dos indivíduos desaparecidos.