Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 10/11/2019
Estabelecida pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à liberdade e ao bem-estar social. Entretanto, o desaparecimento de cidadãos está diretamente relacionado à garantia desses direitos. Desse ponto de vista, a falta de proteção e segurança impossibilita que uma parcela da população seja, efetivamente, livre na sociedade.
A educação é o principal fator de desenvolvimento de um país. Hoje, no dia de hoje, ocupando uma oitava posição na economia mundial, a séria racional de acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Apesar disso, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido no número de sequências possíveis. Segundo a Odia, em média, no período de uma hora, estão desaparecidas trinta pessoas. Diante da informação, é alarmante viver em uma nação onde a cada hora o dia corresponde ao risco de ser raptado.
Além disso, pode-se, ainda, destacar a falta de monitoramento e patrulhamento como impulsionador para esses números exorbitantes. De acordo com Immanuel Kant, filósofo francês, “O homem não é nada além do que a educação faz”. Diante desse contexto, uma má formação de parte do ensino pode refletir diretamente no número de casos de desaparecimento.
Urge que, ainda há bloqueios para garantir a solidificação de políticas que visam a construção de um mundo melhor. Esse modo, é inadiável o governo, por meio do maior investimento em educação para formar uma base social melhor e também nas Forças Armadas para resolver problemas atuais e futuros, segurança e liberdade para toda a população que vive nas cidades e não tem medo ao andar pelas ruas. Dessa forma, o Brasil pode diminuir o desaparecimento de crimes.