Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 13/11/2019
Atualmente no cenário atual que concerne as politicas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil, tem-se levantado debates a respeito da negligência do Estado perante os cidadãos e tal fato social causa um descontentamento perante a justiça do país.
Pode-se notar que ao analisar o problema de desaparecidos, no qual é agravado por falta de medidas públicas eficientes, fazendo com que diversas organizações não governamentais, as famosas ONGs, surjam desempenhando um papel que seria de competência do Estado em procurar por pessoas desaparecidas. Segundo levantamentos feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança pública, somente ano passado, o número de desaparecidos chegou aproximadamente a 82 mil pessoas. Mesmo com o trabalho de organizações, o número de pessoas encontradas é muito baixo em comparação com as que continuam sem paradeiro, mostrando o quanto a população necessita de um amparo público nesse quesito social.
Frente a esse problema é possível encontrar uma série de fatores que afetam diretamente o desenvolvimento de buscas dos desaparecidos, um deles é a burocracia que tais órgãos de busca são submetidos. Muitas famílias nunca mais recebem noticias de seus entes desaparecidos, causando um enorme sentimento de desamparo e injustiça perante os órgãos públicos responsáveis. Segundo a lei vigente as buscas devem continuar até que se encontre a vitima desaparecida, porém na realidade brasileira muitos casos são arquivados.
Levando-se em consideração esses aspectos cabe ao Ministério da Justiça, juntamente com as diversas ONGs, veículos de mídia e órgãos de segurança pública criar um aplicativo ou um programa que facilite o acesso aos dados e características das pessoas desaparecidas de todo o país, tendo o foco em diminuir os obstáculos e as burocracias que impedem as pessoas de serem encontradas, difundindo assim informações por todo território nacional.