Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 14/06/2020

De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, ele considera a formação do estado como um fruto de um contrato, onde a população se submete a obedecer as leis e o estado se compromete em oferecer segurança e paz social. Entretanto o estado não está cumprindo a sua função, o percentual de pessoas desaparecidas no brasil cresce gradativamente e não possui órgãos ou leis eficientes para que se tenha o amparo dessas famílias, deixando a população a merce da sorte.

Com o levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados no ano de 2018, 82 mil desaparecimento de pessoas, atualmente no Brasil não tem políticas públicas para que se tenha uma busca imediata para esses casos, e no qual a atuação da polícia e só possível depois de 24 horas de desaparecido, onde muitas vezes os delegados ignoram esses casos. Felizmente em alguns estados brasileiros existem órgãos públicos preparados para esses casos, como é o caso do “SICRIDE” Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas que atua em Curitiba-PA.

Outra preocupação é o “tráfico de órgãos” que se tornou preocupante para a população principalmente para os pais onde se veem preocupados com os filhos por se tornarem alvos fáceis, muitas vezes depois de sequestrados os corpos são descartados e enterrados como indigentes, deixando assim os familiares sem qualquer explicação.

Portanto, o governo junto aos órgãos responsáveis pela segurança pública, deveriam aplicar leis e ampliar órgãos como o “SICRIDE” para a procura de pessoas desaparecidas. Além de disponibilizar tecnologia de ponta para facilitar as investigações, e aumentar o número de policiais nas ruas. Deve se também fazer palestras nas escolas e em comunidades sobre as precauções para se tomar, e cabe a população se conscientizar sobre os perigos, e acompanhar os jovens sempre que puder na rua.