Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 25/10/2020

É de conhecimento geral que a política de ampliação pública na busca desaparecidos tem encontrado obstáculos dentro da sociedade brasileira que vem apresentado um número 82 mil pessoas desaparecidas ao segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Entretanto, isso reflexo também da falta de comprometimento de alguns órgãos governamentais sobre estes casos.

Nesse sentido, há busca de adolescentes, crianças e idosos desaparecidos tem cetonado inviável, pois o Governo Federal tem apresentado medidas ineficazes para soluciona essas situações. Pode-se mencionar, por exemplo a criação do cadastro nacional de pessoas que nem receber apoio governamental para esta realizada administração dos dados e a insenção de novos.

Além disso, algumas delegacias, postos da policia federal e outros, tem se negado a presta atendimento imediato estes tipos de situação mesmo com a criação da Lei da busca imediata de 2005 que obrigam estas instituições aprestarem atendimento rápido até o fim da procura.

Ainda convém lembrar que a população brasileira tem criado movimentos populares de busca, instituições não governamentais para do auxílio na procura de seus parentes e apoia as famílias. Isso é consequência da falta cooperação do governo sobre esses casos que podem dura anos.

Em virtude dos argumentos apresentados o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve aumentar a fiscalização sobre os serviços prestados as famílias de parentes perdidos e melhorar o sistema de identificação nacional, por meio de agentes federais e o encarregamento de cada posto de policial militar e civil de administra dados de indivíduos que sumiram na localidade responsável e que foram para assim diminuir o número de ocorrências. Nesse contexto, certamente mostra que “O Brasil tem que abraçar essa causa com um conjunto de medidas que possam rapidamente dar uma resposta aos desaparecidos” segundo Luiz Henrique.