Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 22/06/2020

No filme “Millenniun 1”, lançado em 2011, retrata a história de um jornalista investigativo que tenta desvendar a desaparição de uma garota de 16 anos, em que o fato aconteceu há 36 anos. Trazendo para o contexto atual, nota-se que o Brasil e os Estados Unidos têm números exorbitantes de desaparecimento de pessoas, principalmente, jovens e mulheres. Tais fatos evidenciam que esse problema está associado à escassez de segurança para com essas pessoas, como também ao fato de sofrerem com abalos psicológicos dentro das residências familiar. Desse modo, a sociedade depara com desafios para erradicar a inseguridade e oscilações familiares.

De início, é indubitável que à falta de proteção ocasiona a desaparição de muitas pessoas, as quais na maioria das vezes sofrem ameaças de morte. Nesse sentido, de acordo com o portal de notícias da Globo, em 2010, o ex-goleiro do Flamengo assassinou a atriz Eliza Samudio, devido a gravidez inesperada, o qual ofereceu o corpo aos cães, para que assim pudesse sair ileso dessa atrocidade. Essa realidade torna-se evidente, já que há registro de muitos casos parecidos, em que muitos desaparecimentos têm relação com assassinatos cruéis. Além disso, as ameaças de mortes levam muitos a pensar no sumiço, o que torna a opção mais viável a esse povo. Por conseguinte, essa debilidade leva a perda da moral e a insegurança da população.

Outrossim, vale ressaltar que as desavenças familiares colaboram para o desaparecimento, os quais essas brigas tem como principal motivo a aceitação sexual. Nessa perspectiva, de acordo com o psicanalista Sigmund Freud, em sua teoria do superego, regras sociais não nascem com o indivíduo, mas são passadas pela sociedade como viver bem nela. Sob tal ótica, percebe-se que a formulação de identidade da população é baseada em relatos passados pela geração antecessora, na qual são de bastante conservadorismo. Dessa forma, vê-se que a fuga desse povo tem vínculo com a carência dos pais e parentes próximos. Destarte, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa.

Portanto, para que haja uma redução nesse cenário de desaparecimento de pessoas, é imprescindível esforço coletivo entre as comunidades e o Estado. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com o Governo Federal, ampliar o sistema de segurança, como colocar câmeras em espaços públicos, por meio de verbas governamentais e apoio público. Em seguida, devem propor uma reeducação social, mediante campanhas educacionais, em jornais e revistas, com o intuito de promover a proteção do povo. Por fim, alcançando menores taxas de desaparições na sociedade.