Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 10/08/2020
Na obra “A Cidade do Sol”, do escritor e pensador Tommaso Campanela, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e de problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de Campanella. Diante disso, cabe analisar tanto a fata de eficiência estatal quanto a escassez de políticas administrativas como fatores desse contexto, a fim de revertê-los.
Considerando o exposto, é fulcral pontuar que a carência de competência governamental no que tange à segurança pública, atua como promotor desse óbice. À luz dessa ideia, de acordo com o filósofo Hobbes, o Estado tem o dever de assegurar o bem-estar da população, ou seja, garantir o conforto, segurança e tranquilidade. Não há como negar, portanto, no Brasil, tal fato não é verificado devido à baixa ação das autoridades, no que concerne à criação de medidas direcionadas para a segurança da comunidade. Dessa forma, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é imperativo ressaltar que a pobreza de mecanismos que auxiliam na busca de pessoas desaparecidas, são empecilhos que impedem a resolução da problemática. À vista disso, segundo o jornalista irlandês George Bernard Shaw, o progresso é impossível sem mudança. Nesse sentido, para que ocorra modificações pertinentes, é necessário que acontece reivindicações sociais voltadas para a ampliação da procura de indivíduos desaparecidos.
Urgem, pois, intervenções pontuais para sanar o impasse. Logo, cabe ao governo, entidade máxima do poder, realizar ações de cunho social com a implementação de tecnologias que facilitará a busca de sumidos. Tais ações devem ser executadas por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação com incentivos fiscais para que conclua-se o plano federal, com finalidade de segurar a população e ampliar os recursos para maior eficiência nas procuras. Com tais medidas, espera-se que a utopia do literato seja alcançada.