Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 05/10/2020

Sem dúvida, a abordagem sobre pessoas desaparecidas no Brasil possui pouca repercussão. Não é comum presenciar em noticiários locais o anúncio sobre características e dados sobre as pessoas para ajudar nas buscas.

Geralmente, os casos que conseguem obter anúncios na mídia e se tornarem conhecidos, são os mais polêmicos ou que envolvem algum crime, por exemplo sequestro. Já as outras ocorrências, como de adultos e idosos, possuem pouca visibilidade e resultam em um grande sofrimento por parte da família que acaba por ficar anos em busca do familiar desaparecido.

Em suma, o público alvo de pessoas desaparecidas se estende desde bebês e crianças até idosos. Alguns exemplos de casos são por sequestro, tráfico de pessoas, fuga (em geral de adolescentes por conta dos pais não aceitarem suas opções sexuais, ou outros motivos), crianças que ao saírem para brincar na rua acabam se distanciando e não sabem o caminho de volta para casa, idosos que apresentam problemas de memória e entre outros.

No entanto, existe uma lei que segundo o site Radios.ebc “determina que a busca por desaparecidos deve ser feita pelas autoridades até o encerramento do caso, ou seja, até a localização dessas pessoas. A lei também reconhece a complexidade da situação dos familiares dessas pessoas e determina que o Poder Público ofereça apoio adequado”. Existe também um site para cadastro de desaparecidos, porém tanto a lei, quanto a página da internet, são pouco conhecidos e insuficientemente intensificados.

Sendo assim, se faz necessário que por meio do governo e meios televisivos, tais recursos e suportes para a busca de pessoas desaparecidas sejam intensificados e ampliados (por meio da divulgação na mídia),  para que os números de desaparecidos diminuam e as famílias encontrem seus familiares.