Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 22/10/2020

Apesar de não termos acesso tão de perto em relação a pessoas desaparecidas, isso acontece de muito. De acordo com os dados do texto de apoio e o vídeo, percebemos quão grande é o número de pessoas desaparecidas… E quão grande é a dor dos familiares, e do trauma da pessoa que é encontrada viva, que não é o caso da maioria. Já que poucas são encontradas, as vezes são encontradas mortas.

Em primeira análise percebe-se que temos crianças, que são sequestradas e desaparecem. Em um documentário que se encontrava na Netflix, chamado “Investigação criminal’’ onde conta vários fatos de crimes, e no episódio 7, é o caso de Yves Ota, uma criança que tinha 8 anos, morava em São Paulo, em agosto de 1997 foi sequestrado, onde um policial que fazia bico de segurança na loja do pai estava incluso neste crime. E a criança o reconheceu. Eles mataram a criança, com um tiro na testa, e pediram o resgate do mesmo jeito. Quando foi pedir uma “certeza” que a criança estava viva, perguntaram alguma coisa que apenas a família sabia a resposta, eles deram a resposta “errada”, e quando foram ver a criança estava morta. O documentário, é extremamente emocionante com o depoimento dos pais, delegado que ajudou na procuração.

Em segunda análise, temos a dor da família, e o desespero de ter alguém sequestrado e fazerem o que os sequestradores mandam. Não é atoa que começaram a passar trote falando que tinha sequestrado a filha ou filho. Apesar de muitos darem errados, muitos dão certo, inúmeras pessoas que naquele momento estão longe da filha (o) acreditam, entram em desespero, não levam para a delegacia e transferem o dinheiro para o sequestrador. O desaparecimento das pessoas, na maioria dos casos as pessoas estão vivendo suas rotinas normalmente, indo para o trabalho, para escola, casa de alguém que vai sempre. Ou seja algo vigiado. E as buscas policiais só começam depois de 24 horas de sequestrado. E a dor da família? Onde fica a incerteza nessas 24 horas?

Conclui-se então que o sequestro e desaparecimento de pessoas existe, a segurança deveria ser reforçada. As vezes se as buscas pelos Yves tivesse sido mais rápida, não teriam encontrado ele morto. Como outros inúmeros casos. Não apenas em consideração a dor e sofrimento da família durante o momento que a pessoa está desaparecida, em sim consideração também pela pessoa sequestrada que não se encontra nos melhores confortos. Inclusive famílias no Brasil todo deveria ter informações de como agir em situações de sequestro, ou suposto sequestro, saber diferenciar quando é trote, quando é verdade. Para pessoas sem informações saberem como agir nessas situações e não darem para os sequestradores o que querem.