Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 22/10/2020

O desaparecimento de pessoas é um problema cotidiano para os brasileiros. Pois, no Brasil, há uma política pública que, teoricamente, deve amparar e fazer o possível para o encontro do faltoso. Porém, os familiares desses ainda sofrem, devido a uma ineficiência dessas políticas. Logo, a falta de uma eficiência dessas políticas é devido ao meio antiquado utilizado para as buscas e por grande parte dos desaparecidos serem jovens.

Primeiramente, as buscas por vitimas de desaparecimentos é feita de modo rudimentar, normalmente pela veiculação das fotos desses em contas e locais de visualização popular. Desse modo, é subutilizada, a tecnologia a favor de rastrear, de maneira que é restringida à função de aproximações faciais. Em 2019, uma iniciativa da empresa Microsoft com parceria de uma ONG brasileira propôs a utilização de inteligência artificial para auxiliar na busca por pessoas desaparecidas, a qual apresentou resultados promissores.

Em segunda análise, grande parte das percas ocorrem entre adolescentes, que são mais suscetíveis por serem facilmente manipulados ou pelo quesito familiar. Além disso, a expectativa é reduzida visto que, majoritariamente, esse jovem é incapaz de se sustentar e manter o ensino, o que também impacta na qualidade de vida. Em estimativa o Ministério da Justiça afirma que 16% do total de desaparecidos tem menos de dezoito anos. Enfim, esses devem ser instruídos para uma melhora da eficiência das políticas.

Depreende-se, portanto, que há a necessidade de ampliação das politicas públicas para a busca de desaparecidos. Por isso, o Estado deve investir em tecnologias por meio da implantação de câmeras em espaços públicos e em identificação facial a fim de aumentar a eficiência das políticas públicas de busca a desaparecidos. Com isso, haverá um aumento significativo na taxa de pessoas reestabelecidas.