Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 22/10/2020

Muitas pessoas acabam ficando extremamente abaladas quando um ente querido vem á óbito, mas existe um caso em que ao longo do tempo pode ser ainda pior que isso, o fardo de ter um familiar desaparecido. Esse fardo é muitas vezes carregado por pais ou mães, sendo que 27% de todos os casos são desaparecidos com idade de 12  a 17 anos.

Esses pais quando se desesperam acabam optando por ir à delegacia mais próxima, pensando que o problema irá se resolver rapidamente, mas se deparam com outra realidade. Os delegados ao receberem a informação de que há mais um desaparecido tem que esperar no mínimo mais 24 horas para que se comece uma procura. Completamente abalados, os pais, principalmente as mães procuram outro meio de encontrar seus entes queridos.

Um dos meios que as pessoas mais usam é fundar um programa de busca com a ajuda de outros parentes desesperados, infelizmente esse meio se prova ineficaz, igual a muitos outros meios, já que ainda há muitos desaparecidos.

Há muitos jeitos de uma pessoa desaparecer, mas um dos meios mais comuns é por uma motivação pessoal. Essa motivação pode variar muito, porém ainda se observa que a maior parte dos desaparecimento ocorre por rejeição da opção sexual. Outros grandes motivos, seriam a violência familiar e abusos sexuais. Resumidamente, caso o jovem se encontre em uma situação de grande stress, ele vê a fuga de casa como uma opção.

Por fim, existem vários meios de se encontrar alguém, mas infelizmente no Brasil poucos meios se não nenhum meio é usado. Alguns meios mais concretos seriam formar uma instituição de um ramo da polícia, especializada em encontrar desaparecidos, com todo o equipamento necessário, desde cães rastreadores à lanternas. Outra boa ideia seria monitorar o stress dos jovens brasileiros de perto, para que não ocorram mais fugas de casa.