Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 22/10/2020
Quem assistiu à série Stranger Things, sabe que na primeira temporada é retratado o desaparecimento de Will, um garoto de 12 anos que estava voltando da casa de seu amigo Mike. A mãe do garoto, Joyce, acaba se tornando frenética na busca de seu filho, com a ajuda do chefe de polícia Jim Hopper e os amigos de Will. Isso retrata a realidade de muitos brasileiros.
Primeiramente, no ano de 2019 foram registrados 82 mil desaparecimentos de pessoas, segundo o rádio ebc. Antes de ser criado o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (PLID) o problema era bem maior, já que havia uma falha gravíssima na comunicação entre os órgãos responsáveis por autópsias e identificação de corpos, assim, diversas pessoas foram enterradas como indigentes, não dando nem a oportunidade das famílias saberem se era ou não. Muitas famílias ainda estão à procura de pessoas que já foram enterradas.
Em segundo plano, as consequências podem ser fortíssimas quando se tratam do sequestro de alguém. As pessoas sequestradas estão sejeitas a diversas coisas, como a agressão. Mas, um dos principais efeitos do sequestro é a Síndrome de Estocolmo. Isso se dá quando a vítima estabelece uma relação com seu agressor, se tornando emocionalmente dependente e, muitas vezes, podendo até se apaixonar. Um exemplo, é a série La Casa de Papel, onde a personagem Monica se apaixona por Denver, seu sequestrador e acaba entrando para o mundo do crime com o codinome Estocolmo.
Em suma, algo tem que ser feito para diminuir o número de desaparecimento de pessoas no Brasil. O Ministério do Atual Governo deve impor uma lei onde as polícias são obrigadas a emitirem o Amber Alert em regiões próximas do desaparecimento. Esse alerta é uma mensagem que chega nos celulares da população para indicar o desaparecimento de alguém. Isso seria feito para aumentar o número de pessoas encontradas.