Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 22/10/2020
O desaparecimento de um amigo ou familiar sempre gera pânico e preocupação. Em 2019, no Brasil, foi aprovada a Lei de Política Nacional de Busca por pessoas desaparecidas, mas ainda é preciso mais para resolver o problema, como um auxílio psicológico para que se reduza esses casos, fazer campanhas para incentivar as pessoas a não fugirem de casa, colocar mais policiais em rondas nos bairros, contratar mais detetives atuantes e etc.
Mesmo com esses métodos e com essa nova lei, as políticas públicas devem ser ampliadas, pois se dobrar o número de atuantes, será mais fácil de encontrar as pessoas desaparecidas. O Brasil precisa de muita ajuda nesse quesito, pois há muitos sequestradores a solta, onde, com o aumento de rondas, esse número cairia; também tem muitas pessoas fugindo de suas casas, e com as campanhas, elas dariam valor à sua família e moradia.
Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), de 2007 a 2016, tiveram 693.076 registros de pessoas desaparecidas no Brasil. Em média, 190 pessoas desapareceram por dia neste período, oito por hora. Já em 2017, foram 82.682 boletins de ocorrência registrando o desaparecimento de pessoas.
Conclui-se que, para melhorar essa situação, essa nova lei deve ser ajustada e ampliada, ou seja, devem colocar mais pessoas atuantes, e em mais estados do Brasil, sendo mais fácil de ampliar o número de encontrados. Outra solução é o Ministério da Justiça, em parceria com o Google Play, criar um aplicativo, que contenha o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, sendo assim, o brasileiro, em contato com o “app”, pode promover um possível reencontro.