Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 22/10/2020
Muito se debate, sobre a ampliação das políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil. Em 2017, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registrados em todo o Brasil 82.684 desaparecimentos. Esse é um grave problema que vem crescendo muito nos últimos anos, e que pode ser causado por várias coisas: conflitos familiares e também transtornos mentais.
Em primeira análise, refere-se a conflitos familiares. Os desentendimentos são uma parte normal de ser uma família e viver juntos. De acordo com o Plid (Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos) do Ministério Público, 42,86% dos casos foram causados por conflitos familiares, em São Paulo. A maioria desses desaparecidos são os jovens entre 12 e 17 anos, pelo fato de essa faixa de idade, ser a de mais problemas familiares, como exemplo o desentendimento com os pais, e outros problemas estressantes.
Em segunda análise, destaca-se transtornos mentais. Os distúrbios mentais são uma grande variedade de condições que afetam humor, raciocínio e comportamento, como explemplo: depressão, transtorno de ansiedade, esquizofrenia, alzheimer, etc. Grande parte dos registros de desaparecidos na Delegacia de Descoberta de Paradeiros é de pessoas com o diagnóstico de transtorno mental ou algum tipo de doença que afeta a memória ou a fala. Houve um aumento de 23% nos registros desse tipo de caso no Rio de Janeiro, em 2015.
Portanto, conclui-se que o número de desaparecidos no Brasil vem crescendo muito nos últimos anos, e medidas podem e devem ser tomadas para diminuir e ajudar as pessoas desaparecidas. O Governo deve investir mais na parte da busca das pessoas desaparecidas, com profissionais qualificados, afim de ter uma busca mais rápida e precisa. A família também, deve procurar ajuda em psicólogos para resolver e amenizar os seus conflitos afim de ter uma melhor relação.