Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 09/03/2021

No século XX, a ditadura militar valeu-se de meios de repressão política extremos; muitas pessoas desapareceram devido a sua posição sobre o governo da época. Após um século, o Brasil retomou a democracia, mas o desaparecimento de civis ainda é um fenômeno recorrente. Isso por conta da criminalidade crescente, que potencializa o drama de pessoas desaparecidas no Brasil.

Diante disso, são diversos fatores que causam o desaparecimento do indivíduo, entre eles temos a violência crescente vivida pelos brasileiros, vítimas de abusos, exploração sexual, tráficos entre outros. O desaparecimento infanto-juvenil fez com que o governo brasileiro criasse dentre os seus 26 estados, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecida (SICRIDE) da polícia civil localizado no Paraná, que nos últimos 24 anos vem tentando diminuir a incidência de casos.

Ademais, nos outros estados brasileiros outro cenário é retratado. Delegacias especificas da mulher, do ensino, já foram disseminados, mas a SICRIDE ou qualquer outro órgão de investigação não atingiu o território brasileiro, onde as delegacias locais atendendo, dentre muitos casos, os específicos de desaparecimento de civis. O que acaba ocorrendo é que a desorganização brasileira atrapalha o processo de busca das vítimas e encerramento de alguns casos, dados acabam sendo inconclusivos e generalizados, tornando a situação cada vez complicada para ser resolvida.

Destarte, o Brasil deve buscar a criação de um órgão especifico para as pessoas desaparecidas, procurando solucionar e entender cada caso e assim mapear todas as situações. Investir na segurança pública nos setores com maiores porcentagem de causa da situação para evitar a violência da população e assim minimizar a quantidade de pessoas desaparecidas no Brasil.