Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 16/07/2021
Desde os primórdios da humanidade, ela busca por segurança mediante armas, fortalezas, armadilhas, entre outros meios que podem proporcionar sensação de proteção. Atualmente, no Brasil, a defesa da população melhora a cada ano, porém ainda é ineficiente. Consequentemente, o desaparecimento de pessoas cresce também, e isso é ocasionado pela dificuldade do Governo em prevenir o sumiço e de realizar devidamente e com eficácia buscas pelos perdidos.
Em primeiro ponto, é notória a escassez de incentivos governamentais para a busca dos desaparecidos. Assim sendo, a falta de políticas públicas evidencia-se pelo tempo de demora para haver a busca dos indivíduos, visto que somente após 48 horas do desaparecimento, é possível procurá-los com ajuda policial. Por conseguinte, os cidadãos tornam-se vulneráveis neste período de espera para a busca, dificultando, portanto, o rastreio posteriormente e, assim, torna-se em casos arquivados e esquecidos pelos órgãos públicos.
Outrossim, ‘‘a educação é o grande motor para o desenvolvimento pessoal’’, dizia o memorável ativista, Nelson Mandela. Nesse sentido, vê-se a essencialidade das escolas para a formação do caráter individual. Entretanto, o setor educacional não oferece instruções contra o uso de drogas aos adolescentes brasileiros, o que, ainda segundo o jornal da TV Cultura, ajuda a aumentar os índices de desaparecidos por conta do vício, contribuindo ainda mais para a desorganização do Estado na busca por procurados, promovendo o aparecimento de mais mortos sem identificação.
Sendo assim, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Governo Federal junto aos órgãos de segurança estaduais devem por meio de psicólogos e policiais implementar palestras e projetos sociais a fim de esclarecer e conscientizar a população quanto o problema. Ademais, os centros de denúncias devem ser ampliados, auxiliando assim na redução do número de desaparecidos.