Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 16/07/2021

Estabelecido pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à liberdade e ao bem-estar social. Entretanto, o desaparecimento de cidadãos se relaciona diretamente à garantia desses direitos. Desse ponto de vista, a insuficência governamental e a falta de apoio das redes midiáticas impossibilitam que uma parcela da população seja, efetivamente, livre na sociedade.

Em primeiro plano, o governo - apesar de presente na formulação de soluções plausíveis para amenizar o número de desaparecidos no Brasil, como a criação de delegacias especializadas em pessoas desaparecidas - reafirma o cenário inobservante no que tange à saúde pública. De acordo com o site Cidadelivre.com, quase 30% dos casos de paradeiros são protagonizados por jovens de 17 a 22 anos justificados por questões psicológicas, o que ilustra o poder público falho que não fornece apoio médico necessário para amenizar essas questões. Assim, mesmo que haja políticas públicas refentes ao tema, elas não são ampliadas e efetivadas por causa da ineficiência do Estado em prover o bem-estar social assegurado por lei.

Ademais, a sociedade tupiniquim encontra-se ignorante acerca da urgência da questão das pessoas desparecidas no Brasil. Isso porque a repercussão do desaparecimento não atinge aqueles cujos entes não se encontram desaparecidos, o que configura ausência de alteridade pelos brasileiros.

Portanto,  o Ministério da Educação, em parceria com o setor midiático, devem promover palestras e propagandas em escolas e nos veículos de comunicação, com ajuda de psicólogos, abordando as contraindicações do uso de drogas, e sua influência nos desaparecimentos, para promover maior conscientização. Assim, o conjunto dessas ações governamentais contribuirão para a inibição dos casos problematizados como atribuirão a melhora nas buscas por procurados no Brasil.