Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil

Enviada em 16/07/2021

Durante a ditadura militar brasileira de 1964 a 1985, o número de desaparecidos aumentou exponencialmente. Atualmente, esse problema ainda existe porque questões de relacionamento familiar e a falta de incentivos governamentais a não amenizá-lo.

Primeiramente, no Brasil são notórios os problemas de relações familiares. Segundo Zygmund Bowman, esse processo ocorreu devido à superficialidade das relações mundiais contemporâneas. Segundo o filósofo, o número de pessoas que saem do ambiente doméstico sem deixar vestígios tem aumentado nos últimos anos. Aguardando a falta de aceitação e negligência familiar na orientação sexual, esses dados são mais expressivos entre os adolescentes e pessoas LGBTQIA +.

Outrossim, o uso da mídia confirma a agilidade do reaparecimento dos desaparecidos. Na visão do filósofo Wittgenstein, a comunicação tem o poder de expandir como fronteiras do mundo individual. Da mesma forma, uma linguagem facilita a divulgação de informações e a superação de descobertas para encontrar pessoas desaparecidas, como facilita a coleta de dados e divulgação de imagens. Dessa forma, a mídia pode agilizar a busca por ações e alertar para a gravidade do problema e suas possíveis consequências.

Portanto, é necessário tomar medidas para resolver o impasse. O governo federal e os órgãos de segurança nacional devem realizar palestras e projetos sociais por meio de psicólogos e policiais para esclarecer e conscientizar a população sobre o problema. Além disso, o centro de reclamações deve ser ampliado para ajudar a reduzir o número de pessoas desaparecidas.