Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 17/07/2021
Na novela Amor de Mãe é retratada a história de Lurdes que teve seu filho vendido pelo marido e passa a trama inteira atrás dele. Contudo, a problemática não fica só na ficção. De acordo com a odia, a cada 45 minutos, 22 pessoas desaparecem no Brasil detendo perfis variados e justificavas distintas, muitas vezes não encontrados, sendo motivo de tristeza para as famílias e também a justificava para a criação de movimentos para procuras.
Ademais, é nítido o aumento dos casos. Como afirma, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o ano de 2018 registrou mais de 82 mil desaparecimentos. Como causas, pode-se citar zonas rurais ou principalmente na região nordeste do país promessas de pessoas em levar crianças para uma vida melhor na cidade, casos, principalmente com mulheres, em que o desaparecido foge da casa pela não aceitação de sua orientação sexual pelos pais. Logo, o “sumiço” rodeia jovens, renda baixa ou média e nordestinos, principalmente cearenses.
Portanto, a falta de políticas voltadas para o amparo a essas famílias que perderam alguém ou que efetivamente busquem pelos desaparecimentos fez com que os próprios familiares criassem ongs e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha buscasse os parentes para orienta-los e apoia-los em todo o mundo. Como retratado, pelo programa SOS Criança Desaparecida, 40 mil crianças desapareceram, 40 mil pessoas tiradas seus filhos.
Para concluir, essa problemática deve ser corrigida com urgência, o Ministério da Justiça deve promover ações de busca, políticas públicas com o fim de dar amparo as famílias de pessoas desaparecidas, leis para conceder uma busca decente para reduções de casos e até encontrar a raiz do problema analisando casos anteriores para que assim pessoas possam ser encontradas e não mais perdidas.