Ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil
Enviada em 22/08/2024
É possível perceber que têm-se falado muito acerca da ampliação de políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil. Infelizmente, esse fato não tem recebido a devida atenção, por conta da negligência governamental somado a falta de colaboração social. Assim, é necessário intervir em tais problemas em prol de uma sociedade harmoniosa.
Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência governamental como um dos motivadores do problema. Segundo o Jornal da USP, a ineficiência no protocolo de procura de desaparecidos se dá pelo Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (SINALID) que se limita a sua base de dados que não é atualizada desde 2021. A escritora do artigo, Talita Cardoso, trás como fator significativo de tal situação a “preguiça do governo”, que mesmo dizendo estar ao lado da sociedade, não faz jus a sua fala, como é no “Contrato Social” de John Locke. Desta forma, evidência-se a “vista grossa” que o governo nacional faz sobre sua população.
Ademais a cooperação entre órgãos governamentais, organizações não governamentais (ONGs) e a sociedade civil também é fundamental. A criação de parcerias e a promoção de campanhas de conscientização podem mobilizar a população e aumentar a eficácia das buscas. Campanhas educativas sobre como prevenir desaparecimentos e como agir em caso de um desaparecimento podem desempenhar um papel crucial na redução do número de casos e na rápida localização de pessoas desaparecidas.
Portanto, a ampliação das políticas públicas na busca por pessoas desaparecidas no Brasil exige uma abordagem integrada que combine tecnologia e colaboração. A criação de sistemas eficazes e a cooperação ampla são componentes essenciais para enfrentar este desafio. Somente com um esforço coordenado e abrangente será possível garantir a segurança dos cidadãos e oferecer um suporte adequado às vítimas e suas famílias.