Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI

Enviada em 23/06/2020

Conforme o início do século XXI, o uso do celular e internet se intensificaram, cada vez mais, no Brasil, coligado, com o embate das gerações Y e Z, visto que, este conflito, persiste hodiernamente. Entretanto, com a vinda da Indústria 4.0, devido a facilidade de comunicação, empresas modernas ascendem lucrativamente com a criação de aplicativos gratuitos em sistemas operacionais. Como desdobramento, as empresas da geração Y despencam, em prol da falta de uso da tecnologia aliado à economia, além de ter o rompimento na integração dos cidadãos em vendas on-line.

A priori, trabalhadores das gerações pré e pós-internet encontram obstáculos ao se interagir. Dado que, num episódio da série “Friends”, de 1994, Chandler, compra um notebook e encontra dificuldades  ao realizar impressões. De maneira análoga, empresas existentes, antes da IV Revolução Industrial, carecem de informações sobre como obter lucro em serviços prestados, por meio dos aparelhos eletrônicos. Dessa maneira, a não utilização constante e o desprezo na área da tecnologia de informação, acentua a perda ou falência de capital, já que no ano de 2020, a economia está intimidade ligada ao mundo virtual.

Outrossim, com a atual pandemia de Covid-19, serviços on-line cresceram, de acordo com o “G1”. Haja vista que, devido ao isolamento, proposto por responsáveis da área da saúde, empresas que lidam com aplicativos atingiram o ápice. Com isso, atraem todo tipo de personalidade, uma vez que os downloads são gratuitos e possuem valor baixo do produto, com o intuito de abranger grande parcela da população brasileira, como exemplo, iFood - aplicativo de refeição e Ultrafarma - delivery farmacêutico. Ademais, com a interação para avaliar o serviço de uma a cinco estrelas, empresas modernas se beneficiam ao garantir o desejo do consumidor e, consequentemente, sobem no ranking de procura no sistema operacional. Sendo assim, o uso da internet trazido pela Revolução Tecnológica deve ser exercitado para variados fins, inclusive na economia.

Em suma, portanto, são necessários complementos para adequação no século XXI. Para isso, o Ministério da Economia, em parceria com instituições de desenvolvimento de softwares, deve estabelecer vínculos comerciais com empresas médias e grandes, fundadas antes ao acesso à internet, por meio de palestras e reuniões, a fim de estabelecerem conhecimento aprofundado na lucratividade que os aplicativos gratuitos trazem. Para, então, se introduzirem na economia da atual geração e contribuir na formação de uma sociedade mais justa e harmoniosa.