Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI
Enviada em 27/08/2021
Leonardo da Vinci. Michelangelo. Rafael Sanzio. Todos são artistas renascentistas que revolucionaram o modo de pintar telas da sua época. Ao transcender os séculos e a Arte, é perceptível que as novas tecnologias alteram o cotidiano dos cidadãos -assim como os renascentistas alteraram a pintura- e, ainda, possui reverberações no mundo do trabalho influenciando o funcionamento das empresas sejam elas tradicionais ou modernas. A partir desse contexto, é fundamental discutir a raiz história da revolução tecnológica para o indivíduo e como afeta as empresas no século XXI.
Para entender as mudanças tecnológicas contemporâneas, deve-se entender que, historicamente, o ser humano convive com inovações, as quais influenciam diretamente no modo de viver no mundo. Isso acontece, sem dúvida, porque, naturalmente, as pessoas buscam alternativas para facilitar as atividades cotidianas, sendo que, algumas vezes, alteram profundamente a vida delas. Sob essa óptica, desde o domínio do fogo e a criação da roda, passando pela maquinofatura até a inteligência artificial, nota-se que a evolução da tecnologia tanto permitiu a sobrevivência espécie humana quanto permitiu a perpetuação tranquila dos indivíduos que tinham acesso aos recursos mais modernos da época, o que é semelhante à teoria da seleção natural, de Charles Darwin, a qual afirma que apenas o mais aptos sobrevivem. Dessa forma, entende-se que as alterações ocorridas ao longo da história da humanidade contribuíram para que, hoje, exista tantas ferramentas virtuais a disposição dos cidadãos.
Ademais, constata-se que o mundo do trabalho foi amplamente afetados pela revolução tecnológica. Tal questão ocorre, pois as atividades laborais - sejam elas no setor do agronegócio com a mecanização da agricultura; sejam elas no setor indústrial com a implementação da robótica- precisaram acompanhar todas as inovações para que não ficassem obsoletas (o Brail é destaque internacional na produção de commodities), porém, em paralelo, geraram a maior onda de desemprego. A prova disso é que o país está para se tornar o maior produtor mundial de soja até 2025, segundo a ONU, ultrapassando os Estados Unidos. No entanto, ter a 2º maior concentração de renda do mundo, de acordo com a ONU, escancara o problema da desigualdade socioeconômica já presente e, atualmente, está ainda pior por 14,7% dos brasileiros estarem desempregados (dado do IBGE).
Portanto, é dever do Poder Executivo Federal, mais especificamente o Ministério da Economia, combater o alto índice de desemprego, a fim de que a maioria dos brasileiros não sejam prejudicados pela tecnologia. Essa ação pode ser feita por meio da criação de um fundo de investimento -atuará nos 5570 munípios- com o intuito de o governo investir no empreendedorismo e ao mesmo tempo manter a economia do país aquecida. Afinal, Leonardo da Vinci também recebeu investimentos.