Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI
Enviada em 27/08/2021
A Quarta Revolução Industrial mistura técnicas de produção com sistemas inteligentes que se integram com as organizações e com as pessoas, e dentro dela há o protagonismo da mais nova ferramenta e arma de mercado: a tecnologia. Com efeito, a revolução tecnológica do século XXI põe a prova que os aplicativos de Internet, atribuídos por aparelhos digitais, se sobressaem diante das empresas tradicionais, que são impactadas negativamente. Assim, a embate comercial se difunde em dois aspectos: na guerra de mercado, evidenciada na concorrência, e na guerra estruturada de consumo entre os próprios consumidores.
Por pressuposição, a grande concorrência, que beneficia o consumidor, substitui sistemas de comércio como o holding e o cartel, que são maléficos para o consumo e, ainda assim, estão presentes em empresas que insistem em permanecer tradicionais. Nesse sentido, ao gerar menor custo, maior qualidade e diversidade de escolhas, a briga de mercados contribui para o aumento de compra e assim, para a ascensão do desenvolvimento dos próprios aplicativos de vendas, um grande exemplo disso é o aplicativo Uber, que avançou e aderiu ao novo, rápido e tecnológico estilo social de locomoção, em contrapartida, as empresas que se mantém omissas e sem adesão ao avanço tecnológico, saem prejudicadas nessa disputa.
Em verdade, Theodor Adorno e Max Hockheimer, membros da escola de Frankfurt, um instituto de pesquisas de cunho social de 1924, desenvolveram o conceito de Indústria Cultural que consiste na modificação do conteúdo das programações culturais, como a moda, o cinema, o modelo do carro do ano, para atender a demanda consumista, que origina uma grande e contínua massificação. Desse modo, a disputa se estende para os consumidores, que entre si, brigam pelas melhores marcas, melhores aparelhos, e por status social advindo de tais ferramentas da indústria, de forma que, o acompanhamento desse ciclo pelos consumistas, pelo que está posto em alta no mercado é baseado fortemente nas compras dentro de aplicativos, que são considerados uma extensão dessa indústria e um advento dessa atual revolução tecnológica.
Portanto, diante de uma revolução tecnológica como a do século XXI, as empresas precisam abandonar o tradicionalismo para se adequarem ao novo modelo de mercado, como os aplicativos. Para isso, empresas como a Mackeizie e O Estado de S. Paulo, que produzem desenvolvimento e informação ainda de forma engessada, devem por meio de aplicativos próprios e divulgação dos mesmos, atrairem público jovem e adulto, que participem e consumam, afim não só de gerar maior lucro mas, principalmente de igualar essa disputa de mercado com os aplicativos atuais.