Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI
Enviada em 27/08/2021
“Brasil, País do Futuro ’’ é uma obra pelo renomado Stefan Zweig para enaltecer não somente positivos da nação, mas também para denunciar várias violações à dignidade humana. Tal senso crítico apresentado na coletânea de Zweig convida o homem hodierno a uma importante missão: representar a importância dos aplicativos e das empresas tradicionais. Esse panorama suscita ações mais efetivas tanto do Poder Público quanto da sociedade com o fito de solucionar esse problema.
Diante disso, vale analisar a postura negligente do Estado no que se refere ao uso de tecnologia no século XXI. A esse respeito, o filósofo Aristóteles afirmou em sua obra Ética ‘‘A Nicômaco’’, que a sociedade somente encontrará equilíbrio se houver igualdade social para todos. No entanto, pode-se afirmar que a falta de acesso a internet para algumas pessoas, acaba interferindo na vida de alguns.
Outrossim, a posição inerte do corpo social corrobora esse flagelo. Ademais, o sociólogo Zygmunt Bauman, em sua obra ’’ Modernidade Líquida ‘’, afirmou que vivemos em tempos líquidos a qualidades sentimentos como empatia e respeito esvaem-se pelos vãos dos nossos dedos. Seguindo essa linha de pensamentos a sociedade é marcada por traços de ignorância que contribui na marginalização de pessoas não que se refere ao uso de aplicativos em empresas tradicionais.
Urge, pois, a união do binômio Arena Pública e Ministério da Cidadania a fim de desconstruir essa mazela. A priori, cabe ao Poder Público adotar medidas que visem o incentivo a igualdade do meio tecnológico para todos. A posteriori, cabe ao corpo social, com auxílio da mídia por meio de ficção engajada desnaturalizar práticas de desvalorização com os aplicativos.