Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI
Enviada em 07/07/2022
De acordo com o cientista alemão Albert Einstein, “o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”. Diante disso, ao observar a revolução tecnológica do século XXI, percebe-se que cada vez mais as pessoas estão ficando mais dependentes dos aparelhos eletrônicos, tornando-os mais atrativos para fins comerciais. Nesse sentido, é importante analisar a importância do trabalho humano e da maior necessidade de qualificação profissional.
A princípio, é fulcral ressaltar que apesar dos avanços tecnológicos, a presença humana nas atividades é imprescindível. Nessa perspectiva, durante o período de isolamento social, aplicativos como “Google Meet” e “Google Classroom” foram de suma impotância para as instituições educacionais, de modo a possibilitar que as aulas pudessem acontecer de forma remota. Entretanto, quando possível, os governos estaduais retornaram as aulas presenciais, devida à maior interação humana dos alunos com os professores, que proporcionava maior atenção aos assuntos tratados, além de melhores aprendizados, devida à falta de distratores que ocorriam no método remoto.
Outrossim, é notório que esse avanço tecnológico requer maior qualificação profissional. Nesse prisma, aluda-se ao pensamento de Paulo Freire, “se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Sob esse enfoque, é preciso que as pessoas busquem mais conhecimento sobre as tecnologias e como utilizá-las, em vista de conseguirem melhores oportunidades de emprego diante da demanda comercial. Desse modo, com mais pessoas capacitadas para administrar tais aparelhos tecnológicos, as vagas de emprego com essas requisições podem ser preenchidas e o desemprego atenuado.
Dessarte, fica evidente que nem todos têm acesso à qualificação profissional. Logo, cabe ao Ministério da Educação, por meio de leis, incluir no currículo escolar assuntos acerca dos avanços tecnológicos e seus benefícios e malefícios, além de assegurar que os alunos tenham cursos profissionalizantes nesse âmbito, com a finalidade de que eles possam usufruir de um desenvolvimento da tecnologia e, ao mesmo tempo, terem oportunidade de empregos diante da atual necessidade. Em vista disso, o Brasil irá de encontro a idealização de Albert Einstein.