Aplicativos x empresas tradicionais: A revolução tecnológica do século XXI
Enviada em 06/09/2022
O filósofo alemão Max Weber, em seus estudos sobre sociedade, concluiu que o capitalismo é o poder mais fatídico da vida moderna, essa percepeção se deve ao fato de que a sociedade capitalista é brutal em questões comerciais e competitivas. Dessa forma, esse modelo economico gera desigualdades e guerras constantes, como nos embates entre as empresas tradicionais, que buscam a sobrevivência frente à possível falência, e os novos aplicativos de serviços, os quais derrubam os preços e estudam seus clientes. Por isso, os empreendimentos comuns precisam de investimento em processos criativos e redução de impostos, já muito antigos, para que acompanhem as inovações e a competição econômica.
Primeiramente, pode-se citar a Revolução Industrial do séc XVIII, que trouxe uma transformação para a sociedade, antes baseada em uma economia familiar, para depois, um padrão de produção em grande escala. Desse modo, houve a migração de artesãos para o proletáriado e aumento da desigualdade social. Logo, é nítido que a internet e aplicativos móveis são a nova revolução e precisam de ações que controlem seus impactos comunitários.
Ademais, quando se trata de revolução tecnológica, é comum lembrar-se do filme “Matrix”, em que a inovação ruiu a cultura humana e as pessoas se tornaram apenas um recurso natural. Do mesmo modo, com o crescimento das grandes empresas virtuais, as pequenas associações, como os taxistas ou canais de televisão, estarão à mercê de serem incorporadas e desaparecerem, obrigando seus colaboradores a ser uma fonte barata de produção das grandes corporações.
Portanto, diante dessas questões, medidas são necessárias com objetivo de proteger as pequenas empresas, visto que as mesmas são fontes de empregos seguros e fiscalizados, frente a competição científica e de preços, advinda de grandes transformações em tecnologia e serviços. Assim, as ações devem partir do Ministério da Ciência e Tecnologia, com a criação e fornecimento de cursos de capacitação e criatividade empresarial, por meio da abertura de centros de ensino especializado. Juntamente, para uma melhor competitividade, o Ministério da Economia reduzirá os impostos sobre empresas de serviço com a implantação do chamado imposto único. Logo, um povo instruído poderá resistir e se renovar.