As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 07/04/2022

Segundo Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”. No entanto, é perceptível que tal mudança é vista em países com investimento e qualidade na inovação, para que a ciência consiga espaço e seja amplamente desenvolvida. Logo, no Brasil torna-se evidente os casos de profissionais buscarem o exterior para trabalhar em virtude da falta de condições estruturais e da melhor oferta estrangeira.

Dessa forma, em primeira análise, cabe avaliar que o precário sistema ofertado para o desenvolvimento da ciência é um impasse no objetivo de manter profissionais no país. De acordo com Nelson Mandela, o qual afirma que a educação é a ferramenta mais poderosa para salvar o mundo, percebe-se que para ocorrer a melhoria é necessária uma educação qualificada, capaz de formar profissionais e mantê-los agindo em seu local de formação.

Além disso, a significativa oferta de opções de trabalho do exterior causa prejuízos no propósito de construir uma excelente ciência nacional. Frequentemente, quando existe um desequilíbrio no sistema brasileiro, países estrangeiros instauram novas ofertas de trabalho e assim, atraem profissionais com alta formação acadêmica.

Portanto, é indispensável aplicar medidas para a resolução do problema. Desse modo, é dever do Ministério da Economia, órgão responsável pela administração financeira do país, enriquecer a infraestrutura dos espaços destinados ao avanço científico, por meio da destinação de verbas para os estados, com o objetivo de garantir a permanência dos cientistas e atraí-los com uma tecnologia de ponta.