As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 14/04/2022
No convívio social brasileiro, existe a saída persistente de profissionais qualificados para morar em outros países. Esse fenômeno é chamado de fuga de cérebros e a longo prazo pode trazer diversas consequências para o Brasil, como o atraso no desenvolvimento tecnológico. Diante disso, é de extrema importância a atuação do poder público e de instituições formadoras de opinião com o objetivo de solucionar essa situação complexa.
Convém ressaltar, a princípio, que a Constituição Federal de 1988, artigo 218, garante que o Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico. Entretanto, com o passar dos anos o Governo diminuiu os investimentos na área da ciência. Esse cenário adverso, pode trazer diversos prejuízos, principalmente econômicos futuramente, pois os cientistas com ideias lucrativas vão se mudar para o exterior em busca de dinheiro para financiar os seus projetos. Assim, é evidente que o poder público precisa aumentar os investimentos nessas áreas.
Ademais, o medo de ficar desempregado é mais uma das razões da persistência da fuga de cérebros. Isso é explicitado com um estudo feito pelo IBGE, em 2020, que declara que cerca de 13 % dos brasileiros estão desempregados. Nesse contexto, muitas pessoas com nível superior em busca de uma vida estável procuram morar em outros países e, por consequência, o Brasil, ficará cada vez mais dependente da tecnologia estrangeira, pois estará atrasado tecnologicamente. Logo, faltam medidas efetivas de autoridades competentes para resolver a alta taxa de desemprego brasileiro.
Portanto, urge a necessidade de serem tomadas ações para baixar a fuga de cérebros. Então, torna-se necessário que o Governo Federal intensifique investimentos na área da ciência, por meio de replanejamento de reformas orçamentárias que possibilite financiar mais projetos, a fim de incentivar as pessoas a ficarem no Brail. Outrossim, cabe à sociedade realizar campanhas, por intermédio de redes sociais e televisivas, por exemplo, Instagram, Facebook e Twitter, cotra o desemprego, com a finalidade de aumentar a oferta de empregos no país,