As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 14/04/2022

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do Brasil, garante o incentivo á inovação tecnológica e científica no país. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na pratica quando se observa as consequências a longo prazo da fuga de cérebros no Brasil, dificultando, deste modo, a universalizaçao do direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de investimentos científico. Nesse sentido, o avanço na qualificação no Brasil torna-se desvalorizada. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “Contrato Social”, Já que o estado não cumpre sua função de garantir que a sociedade desfrutem de direitos indispensáveis, como a inovação da ciência e tecnologia, que infelizmente é evidente no país.

Em segundo lugar, é fundamental apontar a falta de equipamentos específicos como impulsionador da escassez de cientistas no Brasil. Muitos profissionais da ciência deixa o país em busca de melhores oportunidades para desenvolver seu trabalho em um ambiente melhor . Diante de tal exposto, a dependência econômica, tecnológica e financeira gera pouco valor no brasil, além disso, o governo terá que pagar para ter conhecimentos criados por cientistas brasileiros no exterior. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Deprende-se, portanto a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que os governantes por intermédio de uma campanha politica - De modo, que promova fornecimento de conhecimento científico para a sociedade, e solicitar investimentos em equipamentos científico e tecnológico – Afim de garantir uma qualidade de vida melhor, e acabar de uma vez por todas a “Fuga de Cérebro.”