As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 05/05/2022

A frase “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” proferida pelo ex-presidente da África do Sul, Nelson Manedla, explicita a importância dessa prática social para o desenvolvimento do ser humano. Para além dessa frase, obseva-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela falta de investimento em educação, criando assim um problema que se acentua cada vez mais no meio acadêmico e que a longo prazo se torna uma problemática social. Nesse viés, torna-se crucial analisar as cusas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e a falta de investimentos e alocação de recursos no setor da educação.

A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potecializa a evasão de cérebros do Brasil. Esse contexto de inoperância das esferas do poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, proposta pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedaed, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido a baixa atuação das autoridades, ocorre uma crescente fuga de cérebros do país, explicitada pela emigração de cientistas e pesquisadores que buscam melhores oportunidades em outros países. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.

Do mesmo modo, é igualmente preciso apontar a falta de coordenação estratégica do Ministério da ciência, Tecnologia e Inovações como outro fator que contribui para a manutenção da fuga de cérebros no Brasil. Posto isso, de acordo com os iluministas Diderot e D’alambert, autores da “Enciclopédia”, a democratização da educação é fundamental no combate a alienação dos cidadãos, garantindo os mesmos sua efeitva liberdade. Diante de tal exposto, é notório o impacto social negativo da evasão de cérebros no país. Logo é inadimissível que esse cenário continue a perdurar.

Portanto são necessárias medidas capazes mitigar o problema. Consequentemente, asim de solucionar o problema da fuga de cérebros no Brasil, é preciso que o Estado - tome medidas energéticas no que tange a alocação adequ