As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 14/05/2022
Marcos pontes, astronauta brasileiro, em uma de suas entrevista disse que o estudo e o conhecimento é uma das principais formas de se obter sucesso na vida acadêmica. No entanto, a questão das consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil é um mal que tem afetado grande parte da sociedade. Posto isto, a fim de encontrar uma medida para esse impasse, convém analisar duas principais causas do problema: a falta de investimentos governamentais tanto na ciência quanto nas estruturas educacionais do país.
Diante desse cenário, é possível destacar que a ciência tanto no mundo quanto no Brasil é uma das principais formas de evoluir educacionalmente e isso vem sendo negligenciado pelo governo brasileiro. Sob esse viés, segundo o portal de notícias BBC, vários docentes e pesquisadores estão deixando o país para uma maior amplitude em suas pesquisas, uma vez que a falta de verbas em pesquisas é uma das principais causas para esse acontecimento. Desse modo, é importantíssimo que as estruturas governamentais ajam o mais rápido possível para solucionar esses problemas, aplicando verbas de forma mais estratégica na educação.
Além disso, para ter uma educação em pesquisa e extensão é de suma importância uma estrutura altamente compatível com os meios de pesquisas, haja vista o que mais chama atenção nos cientistas brasileiros no exterior é o grande porte estruturais em outros países. Com isso, de acordo com o portal G1, de 2016 a 2019 o Ministério da Ciência, Tecnologia e inovações pederam mais que a metade dos recursos e vem sofrendo mais cortes, isso mostra o quão difícil está a vida de quem passou a vida toda pesquisando e trabalhando na revolução da ciência do país. Logo, é inaceitável que, mesmo com altos impostos pagos pela sociedade no Brasil, o governo não possa investir mais na educação brasileira.
Portanto, marcos necessitou de ciência para chegar no espaço e sem ela não há revoluções. Assim, o governo federal deve criar leis para priorizar a educação, por meio de verbas anuais específica para ciência de ponta, com auxílio de grandes economistas educacionais, ONG’s e empresas público-privadas. Espera-se, com isso, cientistas com mais oportunidades em realizar seus trabalhos em seu próprio pais com suportes de qualidade e de ponta.