As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 03/06/2022
Durante o período da Globalização, fenômeno associado ao alto investimento tecnológico e em extenções dos meios de comunicações internacionais, as inovações científicas ganharam muito mais holofotes sobre seu desenvolvimento, em virtude dos melhores resultados em pesquisas, principalmente, em tecnologia para a humanidade. No entanto, nota-se que em alguns países, ainda há problemas sobre a estruturação de processos importantes, com ênfase em locais menos desenvolvidos. Diante disso, destaca-se as consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil, a citar, a diminuição de projetos realizados oriundos de pesquisas nacionais, e a crise do desemprego no setor de produção científica.
A princípio, segundo o portal de notícias G1, o Brasil despencou 25 posições no ranking de profissionais qualificados. Sob essa percpectiva, é notável que a formação de bons funcionários e desenvolvimento em pesquisas científicas está prejudicado, em virtude da queda dos investimentos em seus respectivos setores e ampliado por uma postura governamental pouco favorável aos incentivos em tecnologias, como a queda no número de bolsas em mestrados. Por conseguinte, os menores valores destinados à ciência causam, a longo prazo, a ausência de grandes profissionais e projetos dentro do mercado brasileiro.
Outrossim, de acordo com empresário americano Steve Jobs, “A tecnologia move o mundo”. Deste modo, depreende-se que a falta de verbas dentro dos setores tecnológicos gera, também, uma decadência nas ofertas de trabalho especializado para o cenário nacional, e aprimorado pela escassez de empregos que necessitem de uma mão de obra bem especializada. Além disso, tal problemática alimenta uma crise de desemprego no país, aliado a saída de diversos pesquisadores para regiões que os valorizem mais.
Portanto, cabe ao governo federal, através do ministério de ciência, tecnologia, e inovações, por meio de maiores investimentos nos setores envolvidos em pesquisas relevantes, como as pesquisas de mestrados e doutorados, por exemplo, valorizar as produções nacionais que podem gerar crescimentos econômicos, a fim de evitar a “fuga de cérebros” do Brasil e reduzir o desemprego causado.