As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 03/07/2022

A fuga de cérebro aumenta em 40% no governo de Bolsonaro, diz pesquisas. Esse problema vem se intensificando cada vez mais nos países em subdesenvolvimento, principalmente no Brasil, que por não dar a valorização e o incentivo adequado ao, novo ou já existente, participante do mercado de trabalho, acaba perdendo várias oportinidades de ascender economicamente e tecnologicamente por causa dessa fuga de profissionais, ocasionando assim diversos futuros problemas.

A princípio, é preciso entender que a fuga de cérebro não é tão simples como somente a saída de profissionais para países extrangeiros, dentre os motivos para isso ocorrer, o maior deles é a desvalorização do profissional no mercado de trabalho, além das péssimas condições, que os levam a buscar apoio e melhores condições em países como Estados Unidos e nas nações europeias. No Brasil isso acaba se tornando um problema devido ao baixo investimento, que é visto mais como um fardo do que uma iniciativa para o futuro, no ensino superior provocando situações como a de 2015, visto que houve a saída definitiva de mais de 20 mil brasileiros do Brasil, buscando a ascensão profissional no exterior.

Com a partida desses profissionais, o Brasil acaba perdendo oportunidades de evoluir uma vez que, não deu a oportunidade adequada à esses novos possíveis pesquisadores e trabalhadores, trazendo grandes impactos tanto na economia brasileira quanto no próprio mercado de trabalho, retraindo assim a produção econômica e tecnológica do país. Um grande exemplo disso é a brasileira Daniela Ferreira, que trabalhou na pesquisa da vacina de Oxford, que poderia ter trazidos grandes avanços ao Brasil caso tivesse o apoio adequado em seu país. Com isso o Brasil acaba dependendo de outros países por causa da negligência desse apoio.

Dessa forma, para evitar concequências significativas no desenvolvimento da nação, é necessário que o Ministério da Educação busque estratégias que incentivem os estudantesa a entrarem na área das pesquisas, criando assim uma base de apoio para os futuros pesquisadores e cientistas. É preciso também, da parte do mesmo, um maior investimento no ensino superior, dando assim a assistência necessária para esse pilar da economia, o trabalhador, diminuindo assim a fuga de cérebros e os impactos a longo prazo no mercado de trabalho.