As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 17/08/2022

Segundo Steve Jobs, um dos fundadores da empresa “Apple”, a tecnologia move o mundo. Dessa forma, uma sociedade que negligencia o desenvolvimento desse e outros âmbitos está condenada a ficar inerte e colher uma série de conflitos sociais, pois, profissionais migram para outros países em busca de um ambiente que valorize mais suas profissões. Nesse sentido, no Brasil ocorre a persistência da fuga de cérebros. Dessa forma, esse fato traz consequências futuras como a carência de profissionais qualificados e o impacto no desenvolvimento social.

Em primeira análise, no filme “O jogo da imitação”, Alan Turing, pai da computaçâo, é contratado pelo governo britânico, pois era a pessoa mais qualificada para o serviço. Sob tal ótica, é lógico o fato da necessidade de profissionais qualificados para a sociedade, uma vez que a carência ou a suficiência geram consequências na qualidade de vida de todos os indivíduos. Portanto, é crucial a valorização das diferentes áreas presentes no mundo, visando a qualificação dos funcionários.

Ademais, a crise de 1929 (Grande Depressão) foi uma forte recessão econômica a qual atingiu agressivamente vários países, providenciando uma onda de desemprego, portanto, impactou seus desenvolvimentos sociais. Paralelo a isso, a fuga de cérebros no Brasil acarreta a falta de indivíduos com maior competência, abrindo espaço no mercado de trabalho para funcionários medíocres ou incopetêntes. Em suma, o progresso social da populaçâo poderá ser prejudicado, uma vez que pessoas de várias áreas não saibam exercer um bom desempenho nas suas respectivas profissões.

De acordo com as análises supracitadas, é primordial valorizarmos nossos profissionais e evitar que os mais competêntes saiam do Brasil por falta de oportunidades na carreira, ou seja, cabe ao Ministério do Trabalho proporcionar um ambiente melhor, por intermédio de leis as quais favoreçam maior qualidade de vida e valorização. Sob tal ótica, para evitar um declínio no desenvolvimento social, o Ministério da Educação deve se responsabilizar, por meio de investimentos em faculdades, pesquisas e liberar bolsas de estudo em diferentes áreas, para assim obtermos mais profissionais qualificados e melhor progresso futuro.