As consequências a longo prazo da persistência da fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 07/11/2022
A fuga de cérebros, conceito criado por Niels Bohr, é um processo caracterizado pela saída de funcionários qualificados de uma nação em busca de melhores condi-
ções de vida. Diante do conceito, é certo que esse fenômeno é negativo para o Bra-
sil, pois ele diminui o desenvolvimento de tecnologia e ciência e traz impactos preocupantes para a economia.
Em princípio, um dos mais importantes setores atuais é, inquestionavelmente, o tecnológico e científico, pois, além de ser altamente relacionado às atualidades, ele é responsável por promover pesquisas e projetos que desejam contribuir para o bem estar e prosperidade social. Entretanto, com a saída de profissionais dessas áreas, é evidente que elas serão retardadas e fragilizadas, assim, a esperança de
evolução social, melhoras condições para todos os brasileiros e para as futuras gerações, torna-se uma incerteza. Em consonância, assim como é analisado nos estudos filosóficos sobre os métodos do conhecimento, a ciência é a maneira mais
direta e racional de se chegar à novas etapas do progresso.
Junto disso, é correto afirmar que o cenário financeiro de uma unidade federal traz reflexos no dia a dia de seus habitante, países em crise, como a Venezuela, têm seus moradores passando por constantes dificuldades, como a insegurança alimentar e insalubridade. Sob essa visão, é preciso que, para uma boa circun-stância econômica, o máximo de profissionais capacitados e competentes estejam presentes. Em concordância, o jornal G1 mostrou em uma notícia que o setor financeiro foi o mais afetado pela “evasão de encéfalos”, o Brasil despencou nos rankings de números de trabalhadores competentes.
Portanto, a fuga de cérebros é sim uma adversidade para a sociedade brasileira. Logo, é necessário que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunica-ções, responsável por promover o avanço tecnológico e científico, aumente os investimentos na universidades e locais de pesquisa, por meio do envio de verbas públicas, para que os pesquisadores possam se sentir confiantes em manter suas buscas pelo conhecimento dentro do território nacional, sem ter o medo de possíveis contratempos. Desse modo, a saída desse público será minimizada com o passar do tempo.